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Arcos de triunfo

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 Arcos de Triunfo

 

 

 

 

 

 

 

 

O Arco do Triunfo, também chamado Arco da Etoile (estrela, em francês), um monumento ao império napoleónico, foi mandado construir por Napoleão Bonaparte, estando situado no ponto mais elevado dos Campos Elíseos. Foi projectado por Chalgrin em 1806 e inaugurado em 1836. É o maior de todos os arcos de triunfo, repetindo numa escala muito maior o modelo do arco de Tito em Roma. É considerado a obra-prima da arquitectura neoclássica, quer pela fidelidade às formas antigas quer pela concepção urbanística de grandiosidade que lhe está subjacente. O nome Etoile advém-lhe do facto de se situar no cruzamento de várias avenidas em forma de estrela, dominando pela sua monumentalidade todo o eixo constituído pelos Campos Elíseos.

 

 

O arco é composto por quatro grandes pilares que proporcionam a passagem através de duas entradas frontais maiores e duas laterais mais pequenas que servem como passadiços. Os pilares apresentam cada um ao centro um grupo escultórico. Termina com establamento maciço e decorado com cenas das grandes campanhas napoleónicas eternizadas com o nome de cada uma delas. Uma cornija a toda a volta decorada com coroas remata todo o conjunto.

 

 

Um arco do triunfo é um tipo de monumento introduzido pela arquitetura romana originalmente construído em madeira e  utilizado como um símbolo da vitória em uma determinada batalha. Cada arco do triunfo romano, portanto, remete-se a uma batalha e a um imperador específicos na história romana e sua memória era celebrada através desta construção.

Nem todos os arcos do triunfo da Antiguidade sobreviveram, mas durante a Idade Moderna, principalmente com o Neoclassicismo, eles foram usados como modelo para a construção de novos monumentos urbanos, em um contexto diferente do original.

 

A origem dos Arcos de Triunfo remonta a um costume romano de construir estes monumentos à passagem dos vitoriosos. Eles celebram as vitórias militares romanas, representadas nos baixos-relevos dos arcos, onde os artistas esculpiam as campanhas militares e os despojos dos vencidos.

Os actuais cinco Arcos de Triunfo existentes na cidade de Roma representam os triunfos de Druso, Tito, Sétimo Severo, Galliano e Constantino. Na província, também se construíam Arcos de Triunfo, para comemorar acontecimentos da vida municipal, contudo, esta designação não é muito apropriada, pois tem mais a ver com o tipo de arcos que exalta a glória dos vencedores romanos.

Os arcos mais conhecidos são os de Tito e de Constantino. No Arco de Tito, de 81 d. C., estão representadas cenas como a tomada de Jerusalém; numa das cenas entre os despojos da batalha figura um candelabro judaico de sete braços, o menorah, entre outros objectos sagrados. Neste monumento, comemorativo das vitórias de Tito, a ilusão do movimento é muito bem conseguida, nomeadamente no trabalho das figuras entre a multidão.

 

 

No Arco de Constantino, localizado junto do Coliseu de Roma, edificado entre 312 e 315, um dos maiores e melhores monumentos deste tipo, está condensada a missão deste imperador.

Também encontramos este tipo de construção em Ancona, em Benevento, na Itália; em Saint-Ren, perto de Arles, em Carpentras e em Orange, estes já na França.

Nos tempos modernos foram igualmente construídos arcos, para honrar as conquistas de chefes políticos. Em Napóles foi elevado um arco de Afonso de Aragão; em Paris foi edificado um monumento deste tipo para dignificar Luís XIV ao qual foram dados os nomes de Porte Saint-Denis e Porte Saint-Martin, respectivamente. Com Napoleão, foram construídos os arcos de Carrousel e de L'Etoile dedicados ao Grande Exército. A edificação do Arco de L'Etoile foi decretada depois da batalha de Austerlitz, a 12 de Fevereiro de 1806, por Napoleão, e foi construído segundo um plano do arquitecto Chalgrin. Ficou célebre a imagem dos exércitos alemães marchando junto deste arco, durante a Segunda Guerra Mundial. Nele encontra-se, também, o túmulo do Soldado Desconhecido. O Arco de Carroussel, também erigido em 1806, seguiu os planos de Percier e Fontaine.

O Arco de Marselha, por sua vez, foi consagrado pela Monarquia de Julho às glórias da República e do Império.

 

Os Arcos do Triunfo foram uma espécie de monumento introduzida pelos romanos. Cada arco simboliza a vitória numa batalha, durante o reinado de um imperador, constituindo-se assim como memória dessa batalha e desse imperador, embora muitos desses arcos já tivessem desaparecido.

O estilo Neoclássico usou-os como modelos em novos monumentos, mas noutros contextos que não o original.

Em Roma, há três Arcos do Triunfo que convém conhecer: o Arco de Constantino; o Arco de Tito; e o Arco de Septímio Severo.

 

 

 

 

 

Arco de Constantino

 

   

 

Constantino I, Constantino Magno ou Constantino, o Grande, (272 - 22 de Maio de 337), foi proclamado Augusto pelas suas tropas em 25 de Julho de 306 e governou uma porção crescente do Império Romano até à sua morte. Nascido em Naissus, na Alta Dácia (actual Roménia),  

 

Arco de Constantino situa-se na cidade de Roma, a pouca distância do Coliseu. Foi construído em estilo corintiano, em homenagem à vitória de Constantino sobre Massêncio, na batalha de Ponte Mílvia, em 312 d. C., batalha que terminou vinte anos de confrontos e unificou opoder de Roma.

 

É interessante notar que nos elementos decorativos são poucos os que recordam Constantino. Há, sim, relevos que mostram o Imperador Marco Aurélio e ornamentos que comemoram a Vitória de Trajano sobre os Dácios. Tal sucede porque os artistas desta época aproveitavam ornamentos e estátuas de outros monumentos antigos.

O Arco de Constantino está decorado nas frentes Norte e Sul. Tem cinco medalhões com o diâmetro de dois metros e estátuas de oito prisioneiros da Dácia que foram retiradas do Forum Trajano.

 

As impressões produzidas pelo arco e suas decorações é de uma perfeita harmonia entre as suas diversas partes, ainda que as esculturas do arco e do ático provenham de monumentos de Trajano e de Aurélio e os tondi ou medalhões redondos das duas fachadas norte e sul tenham pertencido a edifícios de Adriano. Lateralmente as, esta série de oito medalhões foi

completada por dois outros medalhões datando do tempo Constantino; representam do lado norte o nascer do sol e do lado sul o acaso da lua.

Sob os medalhões corre o estreito friso representando as batalhas que o transforma em imperador, assim com as procissões e as festas que seguiram ás suas vitórias. As cenas da batalha, no lado sul do arco, representam á direita Verona e á esquerda a batalha de Milvius. Parecem ser obra do mesmo artista que esculpiu nos lados este e oeste do arco os frisos representando o triunfo: cortejo e a entrada do imperador num carro atrelado.

Os dois frisos no lado norte contêm a proclamação imperial e um congiariun, ou distribuição de pão, obra de outro artistas.

 

 

No lado norte do sobre cada um dos quatro pilares está representada uma vitória, enquanto a face oposta do pilar apresenta grupos de soldados romanos e de bárbaros vencidos. No grupo de bárbaros, o pathos pagão cedeu lugar á piedade cristã.

 

 

 

  

 

 

Arco de Tito 

 

 

 

 

Arco foi construído em memória do imperador Tito, (Tito Flávio Vespasiano Augusto, Roma, 30 de Dezembro de 39 - Aquae Cutiliae, Sabina, 13 de Setembro de 81) Imperador romano durante os anos de 79 e 81. Foi o filho mais velho e descendente de Vespasiano ).Muito provavelmente depois da sua morte em 81, por desejo do seu irmão Domiciano, para comemorar a vitória na campanha judaica.

Construído entre 106-113 d. C.

Este arco está localizado na zona oriental do Fórum Romano, a sul do Templo de Vénus e Roma.

 

 

É um arco de uma abertura revestido a mármore, que apresenta quatro colunas de capitéis compósitos. A sua decoração escultórica conta as vitórias romanas, sobre globos com estandartes na abóbada e na arquitrave um friso descreve as vitórias de Vespasiano e Tito sobre os judeus.  

Comemorando a conquista de Jerusalém, em 1 de Agosto de 67, pelo Imperador Tito Flávio que comandou as hostes romanas foi erigido o Arco de Tito.

Totalmente construído em mármore, no ano 81, e medindo de altura 15,4 metros, de largura 13,5 e de profundidade 4,75, este Arco do Triunfo situa-se no Fórum Romano.

Como ornamentações, podem ver-se, num baixo-relevo talhado de um dos lados, soldados romanos a segurar lanças sem pontas, coroados de louros e transportando os seguintes símbolos do Judaísmo, componentes da mobília sagrada do Templo de Jerusalem: a “Mesa do Pão Ázimo”, as trombetas de prata de Menorá, o candelabro de sete braços. Do outro lado, o relevo mostra Tito vitorioso, de pé, numa carruagem puxada por quatro cavalos e conduzida por uma mulher que representa Roma.

 

 

Nele consta a seguinte registo:  

''SENATVS'' ''POPVLSQVE ROMANVS''

''DIVO·TITO·DIVI·VESPASIANI·F(ILIO)''

''VESPASIANO·AVGVSTO''

 

Isto é: "Do Senado e do povo romano para o divino Tito, filho do divino Vespasiano, Vespasiano Augusto". No interior do arco está reproduzida a apoteose de Tito.

O Arco de Tito juntamente com a Ara Pacis e a coluna de Trajano são os três monumentos mais representativos da Roma Imperial.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Arco de Septímio Severo 

 

 

 

 

 

 

 

No lado noroeste do Fórum romano, próximo do Templo de Saturno, encontra-se o Arco de Septímio Severo. Foi edificado em 203 d.C., em comemoração da vitória sobre os Partas, obtida com as duas campanhas militares que foram concluídas em 195 e em 203 d.C e dedicado a Septímio Severo e seus dois filhos, Caracala e Geta. Logo após a morte deste último, foi retirado o seu nome da inscrição contida no arco, para que fosse também apagado da memória dos romanos.

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

    

 

 

 A sua estrutura divide-se em três arcos de triunfo:

- Arcos de triunfo de um arco, três arcos ou quadriformes.

 

 

 

- Arco de triunfo com um arco:Arco de un vano

 

 

 

 

 

 

Simples, de um arco, coroado com um entablamento com inscrição e sustentado por colunas ou por colunas inclinadas. Sobre o entablamento uma arquitrave com uma cornija onde está o motivo da sua construção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

- Arco de triunfo de três Arcos:

 

Arco de tres vanos

 

 

 

 

 

Mantêm a sua estrutura sendo o arco central mais lagos e mais altos do que os laterais, serviam também como "portas controlo" das cidades: pelo arco central - maior, passavam os veículos e os animais e nas laterais as pessoas, um a fim entrar e outro a sair.

 

 

 

 

 

 

 

Arco de triunfo quadriforme:

 

Arco cuadrifonte

 

 

 

 

Como seu nome indica, é esse isso tem quatro partes dianteiras. Do quadrado ou da planta ligeiramente rectangular, mantêm em cada de seus lados um arco, , comunica-se directamente com o enfrentado e perpendicular outros dois. eram colocados  no acesso principal das cidades, assim para recordar a seus habitantes o grandeza e a força do mundo Romano. Em seu princípio eram os arcos de madeira onde se expunham troféus e obtidos em vitórias.

Este costume evoluiu até criar os arcos comemorativos com as inscrições.

São da origem Romana, e é evidente seu sucesso, desde que se continuaram que constroem mesmo nossos dias. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bibliografia: 

 

 

www.infopedia.pt

www.wikipedia.com

http://pt.shvoong.com/humanities/1703732-arco-triunfo/

http://pages.prodigy.net/arlete.guto/rome24.htm

http://frances3c.cvg.com.pt/margaridanunes.htm

http://bloghistoria94.blogspot.com/2007/03/os-arcos-triunfais-os-arcos-do-triunfo.html

http://www.arikah.net/enciclopedia-espanola/Arco_de_Constantino

http://www.artehistoria.jcyl.es/histesp/jpg/CDA08232.jpg

http://commons.wikimedia.org/wiki/Arch_of_Constantine

http://www.twip.org/photos-of-the-world-europe-italy-rome-arch-of-constantine-pt-13094-1.html

http://www.viajaraitalia.com/imagenes/Arco-de-Constantino.jpg

 

 

 

 

 

 

Trabalho realizado por:

 

Inês dos Santos nº8

 

João Caldas nº28

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comments (4)

Anonymous said

at 11:53 pm on Feb 24, 2008

O trabalho está interessante e muito abrangente, mas falta a bibliografia.

Anonymous said

at 8:59 pm on Mar 7, 2008

Olá Inês aproveito estares a trabalhar para fazeres as seguintes melhorias: o trabalho é sobre arcos de triunfo, mas romanos. Por isso deves começar por esses. Se for necessário falas antes das estruturas.
Depois podes abordar os outros que foram sendo feitos ao longo dos anos.
Bom trabalho

Anonymous said

at 9:40 pm on Mar 7, 2008

Olá Stor, os arcos de triunfo romanos ponho só o Arco de Constantino; o Arco de Tito; e o Arco de Septímio Severo não é? Os outros também preciso de põr? É que depois fica muito extenso.

Anonymous said

at 5:28 pm on Mar 8, 2008

Olá Inês. Agora sim, o trabalho começa a ficar bem organizado. Relativamente à tua pergunta bastam esses três arcos romanos. Mas se fosse eu fazia 1) arcos 2) arcos romanos e depois dava o exemplo de um outro tipo de arco, o de Paris (não és obrigada a seguir este esquema).

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